Pesquisas recentes revelaram que há uma grande chance das pessoas não estarem aderindo à rede Google+ pelo simples fato de que ainda não sabem como usá-la, ou porque simplesmente estão tão acostumadas ao Facebook que se recusam a olhar para outras opções.
Antes de fazer a sua cabeça, entenda como a rede funciona lendo abaixo algumas dicas que poderão ajudar à decidir se o Google+ poderá vir à ser mais adequado ao seu modo de vida.
A verdade é que o Google+ não tem nada à ver com as pessoas que você já está conectado de uma forma ou de outra. No Facebook, você se conecta com pessoas que você já conhece no momento ou no passado, ou que pelo menos seus amigos ocnheçam ou tenham algum tipo de conexão com você.
Por outro lado, o Google+ te conecta com pessoas que você não conhece, assim como também te conecta com aqueles que você conhece. Isto porque as pessoas podem te seguir de acordo com os seus interesses, e se você não quiser ser seguido, você pode estabelecer configurações de privacidade desta maneira, porém isto vai contra a proposta da rede.
O Facebook começou a permitir que usuários façam listas de pessoas e compartilhem status com as listas ou indivíduos que você deseja. Contudo, quem nunca pressionou por acidente o botão “amigos dos amigos” abaixo do status, ou foi marcado em uma foto constrangedora, portanto o Facebook não é exatamente conhecido por ser um reduto da privacidade.
Já o Google+ enfatiza a privacidade, mesmo que isso signifique que você não queira falar com estranhos. Google+ possui “círculos” ou listas de pessoas que você mesmo estabelece. Isto significa que quando você faz uma publicação, você escolhe se quer que seja pública, ou se quer compartilhar com poucas ou com quantas pessoas quiser dos seus contatos.
Se você não sabe quem deve seguir, você pode construir redes através de interesses. O Facebook há alguns meses atrás começou a permitir que usuários criassem listas direcionadas de páginas de negócios, incluindo páginas públicas, para que assim usuários pudessem seguir pessoas de seus interesses.
Google+, porém, oferece capacidades similares através do sistema de círculo, permitindo que usuários não só conversem com as pessoas que já conhecem, mas com estranhos que compartilham dos mesmos interesses.
O Google+, ao contrário do Facebook, oferece uma conexão mais ampla com o resto da Internet. Enquanto os programas do Facebook tendem a manter as pessoas dentro do site por horas, conversando, olhando fotos, jogando, o Google+ é melhor em explorar enquanto você ainda usa o conjunto de produtos disponível no gigante de buscas.
Ao contrário de no Facebook, no Google+ usuários podem acessar seus emails, conversar entre si em grupos ou mensagens pessoais, assistir à vídeos no YouTube, pesquisar no Google, usar os mapas e muito mais, tudo de um mesmo painel de controle.
Muitos usuários no Facebook reclamam que não possuem muito à seguir no Google+. Isto é porque, ao contrário do Facebook, você tem que ser um amigo para ter amigos no Google+. É importante seguir o conteúdo de outras pessoas, comentar sobre eles, e permitir que pessoas comentem nos seus. Em outras palavras, Google+ faz com que seja seguro conversar com estranhos, e fácil bloqueá-los, ignorá-los ou delatá-los, se for preciso.
Além de tudo, muitos usuários no Facebook acham que se migrarem para o Google+, terão que desistir do Facebook, o que não é necessariamente o caso. A rede de pesquisas do Google funciona até melhor como um suplemento à outras redes sociais do que sozinha no uso diário.
O Facebook mantém você conectado com amigos e familiares, mas o Google+ permite que usuários ao redor do mundo inteiro conversem, compartilhem e interajam entre si, enquanto protege a privacidade daqueles que não querem ser descobertos.
Contudo, se usuários não descobrirem por sis ó como a rede social do Google pode se adequar aos seus planos, o gigante de buscas na internet pode se deparar com mais um de seus produtos se acabar pela falta de uso.
E você o que acha, vai querer experimentar o Google+? Deixe o seu comentário.
